Quando criei o blog, desejei publicar várias de minhas histórias aqui na Internet para que ficassem disponíveis a quem interessar. Não queria deixá-las escondidas, esquecidas nas páginas do meu caderno de escrita. Histórias nasceram para serem contadas ; não para serem enterradas na gaveta, transformadas em palavras mortas. Naquelas linhas haviam algo, não apenas rabiscos ordenados. Naquelas linhas haviam vidas, luzes cursivas reluzindo fantasias. Já era automático: grande parte do dia eu passava observando tudo o que acontecia ao redor para registrar mentalmente ideias que poderiam virar postagens. Qualquer detalhe ou casualidade, por mais discreto que fosse, tinha o potencial de se transformar num evento bem maior. As possibilidades são infinitas quando dimensionamos um conceito para além da objetividade. É um campo em que o literal não predomina; ele é facilmente sobrepujado pelo imaginário. Devaneios emergiam de conversas aleatórias, de folhas curvando-se a...
Expondo ideias que ficariam na gaveta.