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domingo, 22 de fevereiro de 2015

Visitando a Ben & Jerry's



Após muito tempo só na vontade, finalmente fui conhecer a sorveteria da Ben & Jerry's. Conheci-a através de umas blogueiras que iam lá passear em alguns de seus Vlogs. Creio que por enquanto só tem uma unidade aqui no Brasil, que é a da Oscar Freire

A primeira impressão que tive era que o sorvete seria do naipe da Bacio di Latte, mas nããão, tem uma proposta beeeeem diferente que nem sei explicar! Provei o "Cherry Garcia" (sorvete de cereja com pedaços de cereja - não a em calda, a fruta mesmo - e chocolate) e o "Coconut Seven Layer" (sorvete de coco com calda de caramelo, flocos de chocolate e uns pedaços de nozes), simplesmente fantásticos!



A loja estava cheia, tinha uma fila considerável para pegar sorvete, mas até que andou bem rápido, devo ter ficado uns 10min no máximo. Apesar da fila, lá dentro tinha lugar para sentar. Achei que não tinha, considerando o número de pessoas comprando e vendo algumas comprando o sorvete e já indo embora.

Um ponto que chamou muito minha atenção é a decoração do lugar, tooodo colorido, com temas de fazenda, vaca (óbvio), lustres com garrafas de leite de vidro e uns quadrinhos falando da história do lugar e mensagens de paz. Pela loja você também encontra umas duas torneiras com água potável de graça para os clientes se servirem antes, durante ou depois do sorvete (geralmente depois, né?). Pelo que vi no site, a empresa não só vende sorvete, mas tem uma missão social (informações, acessem no site deles clicando aqui), preocupados com a sustentabilidade e a comunidade. No fundo, também há uma Kombi toda colorida e com o nome da loja.









O sorvete custa R$10 uma bola, R$14 duas bolas e R$17 três bolas. Há 16 sabores diferentes para escolher, talvez adicionem mais depois. Não é um dos mais baratos, mas está na faixa de preço do "Bacio di Latte" e similares. Com certeza vou voltar lá, gostei demais da qualidade do produto e o ambiente é muuuito gostoso e descontraído para ficar.

Mais informações:
  • Endereço: Rua Oscar Freire, 957, Jardim Paulista, SP
  • http://www.benandjerry.com.br/
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Quebrando regras de beleza

Acompanhando um vídeo de uma blogueira que acompanho (Just Lia), vi que a Tracta lançou dois novos batons da coleção "Pausa para Feminice". Um é um roxo chamado "Raven" e outro "Bela", inspirada na Bela do "A Bela e a Fera". Este, com certeza vou querer comprar *-* achei uma cor muuuuuito bonita, linda e diva! O "Raven" não deixou de chamar minha atenção, porém, fico na dúvida? Como eu ficaria com um batom desse? o.Õ



Tenho visto muita gente quebrar essa "regra" de batons clássicos para apostar em tons mais exóticos, e tem ficado muito bonito. Mas é aquilo, tipo de coisa que olho e acho que só ficaria bem nas outras. Atéééé eu acostumar, não me sentiria confortável, pelo contrário, ia me sentir indo à festas de Halloween ou algo do gênero. =P Lembro que a "Quem disse Berenice?" até lançou uma campanha sobre isso chamada "Amizade não tem regra", que visava a utilização de maquiagens diferentes que você nunca usaria. Como foi escrito no site da Neumarkt, "A ideia é que uma amiga ajude outra a se libertar daquelas regras de maquiagem que as pessoas criam para elas mesmas, como: 'minha boca é muito grande pra usar batom vermelho'. Para fortalecer este estímulo, a marca ajudará fazendo com que a pessoa que recebeu o convite a quebrar uma regra, ganhe de presente um produto." Achei bem legal isso, fazer as pessoas saírem da mesmice sem medo de ser feliz ou apedrejadas xP



Não sei quanto tempo eu levaria para me livrar dessas amarras, até porque nunca curti maquiagens pesadas ou marcantes demais. Meu padrão é mais destacar os pontos que gosto mais, mas de maneira que não fique fake (meu básico é delineador e batom). Só em algumas festas/saídas diferentes que já peso um pouco. Quem sabe um dia mudo de ideia....

Mais informações:


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Tempo de Vacas Magras? - Crise leiteira



(Uma observação inicial: deixarei no final desse post links referentes ao assunto do texto para maiores informações)

Atualmente, encontramos o setor leiteiro em crise tanto no Brasil como no exterior. Os fatores são diversos, como os problemas de leite adulterado, baixa no preço pago ao produtor, funcionários que não receberam pagamento, mercados com grandes estoques (diminuindo assim a compra por mais), além da tendência que vem ocorrendo já há alguns anos da diminuição do consumo de leite por parte da população devido a intolerância à lactose, e outras pesquisas que apontam ser uma bebida não necessária ao nosso organismo, ainda mais adultos.

Uma das justificativas dessas pesquisas é bem simples: nós somos os únicos animais a manter o consumo de leite depois que saímos da infância. A enzima que metaboliza a lactose para de ser sintetizada à medida que vamos crescendo, fora que cada leite é feita para determinada espécie, logo, cada espécie tem sua enzima própria para digerir a presente no leite de sua mamy :3 Não é a toa que, por exemplo, se você der leite de vaca para seu cachorro ou gatinho, eles vão responder com uma deliciosa diarreia. Não, mesmo filhotes, o organismo deles não vão metabolizar bem o leite da vaquinha.

O que acho curioso é que outras pesquisas já apontam que, se uma pessoa tem intolerância a leite de vaca, pode optar por de cabra ou búfala que fará menos mal. Não sei ao certo o porquê (se souberem, me fala), mas por algum motivo o corpo aceita um pouco melhor. Já outros casos, nenhum leite de origem animal é aceito (bom, cada pesquisa vai defender o que a convém).

É inegável que hoje em dia cada vez mais as pessoas estão preocupadas com a própria saúde, principalmente física. As academias estão cada vez mais lotadas e pessoas preocupadas em ingerir alimentos super proteicos. Uma pesquisa feito nos EUA pela Coca Cola indicou que os consumidores estão cada vez mais recorrendo àquela tabela de informações nutricionais para analisar quanto de proteína tem cada alimento que ingerem. Pensando nisso, a empresa apostou numa nova bebida chamada Fairlife, que tem aparência e sabor do leite, baixo teor de açúcar, nada de lactose e alto teor proteico, ou seja, tudo o que as pessoas andam buscando. No Brasil essa bebida ainda não está disponível. Ela está sendo testada ainda por lá. O único porém desse Fairlife é o preço, bem acima do preço de um leite comum. Se isso vai afetar muito, eu duvido, viu? Com essa moda de vida sem lactose, aumentou a venda daqueles leites alternativos (leite de coco, leite de amêndoas...) encontrados em casas de produtos naturais, que não são NADA baratos, mas que as pessoas compram pensando em seu bem-estar (já vi gente pagando R$20 num pão sem glúten que era metade do tamanho de um pacote de pão de forma). Creio que, se o investimento for a saúde, a população acaba aderindo, não necessariamente 100%, mas uma parte dela.

Eu ainda não aderi a essa tendência. Gosto muito de leite, só tenho problemas quando o bebo em jejum (ou seja, logo cedo não dá, mas se beber a tarde, tranquilo). Se as vacas vão ficar desempregadas, também não dá para dizer. Okay, muitos produtores abandonaram suas produções, porém, não é só o leite que consumimos; seus derivados ainda são apreciados. Não deixo jamais de beber iogurte, comer queijo (porque queijo pra mim é tão bom quanto bacon), nem dispenso um pão com manteiga na chapa (não gosto de margarina, só como quando não tneho opção mesmo. Parece-me uma manteiga aguada, sem sabor), além de requeijão e outras alquimias que dá para fazer com ele.

Caso esteja pensando em cortar o leite de sua alimentação, não esqueça de consumir outros alimentos que são fontes de cálcio. èé Na internet você encontra muitos sites indicando alguns. E para uma melhor absorção do cálcio, evite consumi-lo junto com outros nutrientes que não o deixam fixar em seu corpo, como o ferro.

Se quiser ter certeza mesmo que está se alimentando corretamente, VÁ A UM NUTRICIONISTA, é mais seguro. =PP 

Mais informações:



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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Da natureza à vaidade - Sobre o uso de pele/pluma de animais

Primeiramente, comunico que esse post não tem como fim DISCUTIR O QUE É CERTO OU ERRADO, se é certo ser vegetariano ou não, ou QUALQUER TIPO DE DISCUSSÃO QUE POSSA VIR DESSE ASSUNTO! Tudo aqui é puramente a MINHA opinião, não a verdade absoluta do universo, plmdds. S2~

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Recentemente saiu uma notícia anunciando a proibição do uso de pele e plumas de animais para as fantasias de Carnaval na Bolívia. Não nego que fiquei satisfeita com isso, pena que isso não é lei em todos os países, porém, já é um começo.

Não sou vegetariana, vegana, nem nada do gênero, pelo contrário, gosto muito de carne, e é um dos únicos pontos que sou à favor do abate à animais. Não vou contra minha natureza onívora, faço jus aos meus dentes caninos, não acho crueldade matar um animal para se alimentar, até porque isso faz parte do ciclo da vida. O que sou contra é usar esse artifício para satisfazer a vaidade pessoal, totalmente desnecessária. Não é essencial alguém vestir roupas que dependem do sacrifício de outro ser-vivo, esse adorno é puramente estético e para massagear o ego alheio (sim, povo se orgulha por estar vestindo certas peles caríssimas, em busca de elogios e status), ainda mais em um país tropical como o nosso (não sei dizer se nos países nórdicos é válido, não tenho ideia se por lá já criaram roupas que aquecem e protegem tanto quanto). Roupas de couro não condeno tanto, até porque você aproveita o animal inteiro, não só a pele. Agora, aqueles que são mortos APENAS para virar roupa, já é outra história.

Em relação às fantasias de Carnaval, okay, alguns podem falar que nem todas as aves (ou outro animal) são mortas para fazer isso, porém, o sofrimento ainda existe. As penas são arrancadas, e não "tosadas", fora que duvido que alguém que trabalha com isso está preocupado com o bem-estar do animal, nem sei se existe fiscalização para esse tipo de ramo, ao contrário do que ocorre com os animais de produção convencionais.

Quando se trata do sacrifício de outra forma de vida, creio que vale a pena pensar se é realmente indispensável ou se é algo que dá para evitar. É válido pensar um pouco na necessidade disso ou daquilo, para ver se essa "prioridade" é por necessidade ou mero capricho. Infelizmente é da natureza humana (pelo menos da maioria) querer brilhar mais que os outros, e por causa dessa necessidade de aprovação/elogios/admiração, acabam tomando decisões muitas vezes precipitadas, ou simplesmente ignoradas, apenas para ter seus minutos de estrela.

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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Jack

Aqui pela região há um parque maravilhoso para passar o tempo. Geralmente é bem tranquilo, mas de tempo em tempo, durante dois dias, ele fica lotado! Ouvi dizer que esses dias se chamam "fim de semana", não sei ao certo, só que é quando tudo fica mais agitado por essas áreas.

Ontem foi um dia desses. Logo cedo já estava por lá explorando o ambiente, rolando no gramado ainda úmido da madrugada, enquanto curtia os primeiros raios de sol baterem em minha barriga. O parque não tardava a encher. Os primeiros eram sempre pessoas de roupas curtas que gostavam de ficar correndo em volta do lugar. Alguns, traziam seus cachorros, todos com seus pelos brilhantes e físico esbelto. De vez em quando tentava acompanhá-los, mas não aguentava mais do que alguns metros. As pessoas pareciam satisfeitas com isso. 

Os segundos a chegarem eram famílias e amigos. Andavam em grupo, seja à pé, de bicicleta, skate, patins, ou apenas estendiam uma toalha em algum ponto do gramado e ficavam a tarde toda ali, comendo e conversando. Dificilmente conseguia ficar perto. Quando me aproximava, sentia os olhos curiosos. Na maioria das vezes me expulsavam dali, nas outras, apenas me ignoravam. Já estava acostumado com isso.

Gostava de andar sem rumo pelo parque. Havia um lago no fundo, onde eu bebia água. Por lá, sempre haviam casais sentados na beirada, crianças olhando os peixes e alguns jovens tirando foto. Algumas dessas crianças se aproximavam de mim com os olhos brilhando, falando "Que bonitinho!", mas logo seus pais se aproximavam e mandavam "não por a mão nesses vira-latas". 

Apesar disso, gostava das crianças. Não pareciam se importar que eu não carregava uma coleira bonita no pescoço, nem que meu pelo não era tão sedoso como dos outros cães que frequentavam o parque junto com seus donos. Sempre abanava o rabo pra elas. Algumas até brincavam comigo com um graveto ou uma garrafa vazia. Adorava buscar quando jogavam! Só não entendia por que que às vezes jogavam e, enquanto eu ia buscar, sumiam. Já tentei ir atrás, mostrando que tinha buscado, mas corriam mais rápido, e seus pais chegavam me enxotando. Outras só me olhavam e, escondida dos adultos, me jogavam algo para comer. Uma delas "acidentalmente" deixou cair um negócio gelado e doce, super gostoso. Arrepiava lamber aquela coisa cremosa, mas apesar de frio, era muito bom. No calor eram o que elas mais comiam. Viviam com as bocas lambuzadas.

Naquela tarde, quando o sol estava bem no topo do céu, o calor ficou insuportável. Sentia o chão queimar, então corri para uma parte arborizada. Parece que todo mundo teve a mesma ideia. Foi difícil achar um ponto vazio para me esticar sem ninguém se incomodar com minha presença, mas achei. Dei uma longa espreguiçada antes de deitar. Não era um lugar ruim. Podia ver de longe as pessoas conversando, cães latindo, barulho das embalagens de salgadinho sendo abertas, algumas pombas sobrevoando o terreno, e o grasnar dos patos. Um dia eu estaria ali entre eles, curtindo o dia juntos, carregando uma elegante coleira no pescoço, me divertindo enquanto coçam minha barriga. 

Sentia as pálpebras fecharem vagarosamente enquanto minha mente divagava aquelas cenas em família. No minuto seguinte, estava em outro ponto da cidade. Não conhecia aquele lugar, mas não estava me sentindo deslocado, parecia familiar. Tudo estava calmo, quase não tinha carros ou pessoas. Farejei o ar, mas não senti nenhum cheiro diferente do que estava acostumado. Andei um pouco por aquele lugar, olhando ao redor, tentando saber onde fui parar. Ao longe, vi uma garotinha olhando em minha direção. Tinha os cabelos encaracolados nas pontas, com um enorme laço vermelho os prendendo.  Parecia feliz, me fitava e sorria. 

- Venha, Jack!

Jack? Era comigo? Não sabia que tinha um nome. Relutei por um minuto, aquilo era novo para mim. Tentei farejá-la de longe, mas não captei nada.

- Vem, garoto! Está na hora!

Quando terminou de falar, a garota do laço vermelho se virou, avançando em direção à rua. Fui correndo em seu encontro. Abanava minha cauda enquanto seguia, mas parecia que não a alcançava. Não sabia quem era, mas sentia que devia ir. Queria saber quem era, e poderia ser a única vez de ter achado alguém que me queria. Continuei a correr, mas ela continuava distante. 

- Vem logo, Jack! Vamos para casa!

Comecei a ganir de desespero. Não consegui chegar na pequena. Via aquele laço vermelho se afastar, sumindo de minha vista. Ela continuava a me chamar, cada vez mais forte, mas por mais que corresse, não conseguia chegar nela.

- JACK!

Despertei num susto. Ainda estava no parque, e percebi que começara a chover. Vi as pessoas correndo, indo embora, ou procurando abrigo. Fiz o mesmo. Ainda estava confuso com aquele sonho. Aquela voz, parecia tão real! A chuva caia enquanto eu corria em direção à saída. Sentia meus pelos grudarem, mas ao menos refrescou. Quando atravessei o portão e estava cruzando a avenida, escutei uma voz feminina gritar:

- Vem logo, Jack!

Na hora parei para olhar para trás. Escutei barulho de pneu derrapando, e uma forte batida em meu corpo. O mundo pareceu girar. Quando dei por mim, estava jogado no meio da rua, à metros da onde estava. Levantei, me arrastando pelo asfalto querendo sair dali. Gania feito louco, apenas sentindo uma dor absurda no corpo. O cheiro de sangue era forte, mas não conseguia me focar em nada, só em sair de lá. Ouvi pessoas gritarem e vi de relance uma mulher pegando seu filho pela mão. “Seu pai já está no carro, Jack”, ela disse. 

Não sei quanto tempo passou, a chuva ainda caía, e me meti debaixo de um banco. Não conseguia mais correr, minhas pernas se arrastavam, e não sei porque estava ficando zonzo. Tentei me acalmar, mas quanto mais tentava, mais dor sentia. As pessoas passavam por mim correndo. Na pressa de não se molharem, nem notaram o rastro de sangue que estava sendo levado pelas águas. Se notavam, ignoravam. Era difícil não ganir de dor, e mal conseguia lamber o ferimento sem sentir uma pontada aguda.

Não sentia minhas pernas direito. Só conseguia ficar deitado. A tontura não melhorava, pelo contrário, parecia aumentar. O barulho da cidade ia sumindo, e meus olhos começaram a pesar. 

“O que está acontecendo comigo?”

O sangue ainda era marcante, e a dor aguda. Fechei os olhos para tentar me acalmar. A chuva caía, e as pessoas fugiam para suas casas. Podia ouvir ao longe os carros nas estradas, e o som de passos diminuindo. Uns minutos devem ter se passado, quando senti uma mão em minha cabeça. Lentamente abri os olhos, e vi aos poucos o sorriso da garotinha do laço vermelho. Abanei a cauda com dificuldade, enquanto a garotinha me afagava com suas mãos delicadas. 

- Agora tudo vai ficar bem, Jack.

A dor parecia estar amenizando, mas ainda não conseguia me mexer. Tive a impressão que a chuva foi parando, não sentia mais as gotas caírem sobre meu corpo. O som da cidade ia sumindo, e minha visão embaçando cada vez mais. Única coisa que sentia era a mão da garotinha me afagando. Não sei o que aconteceu depois, mas tive certeza que quando reabrisse os olhos, estaríamos em nossa casa.



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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Só um adendo ;3

Minhas férias estão chegando ao fim, e só nesse final que ela ficou boa. Mês passado até o início desse, consegui um estágio para me distrair (o que fez eu me afastar um pouco daqui). E agora, estou em tempos de mudança, em tooodos os sentidos. Logo mais mudo de cidade e aulas começam.

Algo me diz que esse ano será cheio de novidades, terei que viver situações nunca experimentadas antes. Sem dúvidas, um ano de transformação mental, que testará meus limites, paciência e psicológico. Estou empolgada, serão tempos que não terá como ficar entediada (ao menos vou me esforçar para isso). Curiosa para saber o que vai acontecer até o fim do ano.

Enfim, estou sentindo-me viva de novo *-* e espero que essa agitação dentro de mim dure bastante. Estou direcionando essa energia positiva para minhas atividades do dia-a-dia, inclusive na hora de por palavras no papel. Só resta-me esperar um pouco para ver que resultado tudo isso dará. :3

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